Imagens inventadas

 

a poltrona azul, de Tennessee Williams,

as ervilhas perfumadas de Steinbeck,

imagens inventadas na terrivel folha em branco.

Um homem que abraça uma mulher , com o gosto de primeira vez,

no jogo de xadrez do mun do de Borges.

Meu Deus, isso é a poesia do estranhamento.

Encontro a mim mesma nesse eterno adiamento

de muitas páginas esperando serem escritas.

De poemas serem abertos, pela imagem percebida

Caminho distraida

De mim própria, cada vez menos.

by

Ana Montenegro

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~ por rosana em 30/11/2008.

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